Saint Seiya: Saintia Sho #EP07 ⌈Análise Semanal⌋

Saint Seiya: Saintia Sho #EP07 ⌈Análise Semanal⌋

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Apresentação do episódio

Em verdade vos digo: Este episódio foi o ápice da nostalgia. Quem é fã vai sentir na pele o que eu senti e lhes adianto que foram tantas as emoções.

Primeira metade

Este episódio poderia ser considerado como aqueles livros: “História do Brasil para Apressados”, “Astronomia para quem tem Pressa”, “Filosofia para Ocupados” e etc. O episódio poderia soar como Batalha das 12 Casas resumida em 12 minutos. Afinal, sabemos que esse arco em SAINT SEIYA é extenso e repetitivo. Vide a TV Manchete reprisando os acontecimentos dos episódios anteriores.

©Toei Animation/ Saint Seiya: Saintia Sho

O ponto importante dessa primeira parte é que vimos a Batalha das 12 Casas – tida como uma das batalhas mais sangrentas da franquia – pelo ponto de vista da Saintia Shoko, isso mesmo, por conta de uma explicação pífia da Amazona das Amazonas – Mayura – sobre almas, fantasmas e memórias dos mortos, Shoko é astralmente colocada nos bastidores das batalhas dos Cavaleiros de Bronze.

©Toei Animation/ Saint Seiya: Saintia Sho

Contudo, tivemos outro fator que, aliás, foi muito bem delineado e explicado; O Grande Mestre nomeando Aioros como o próximo Grande Mestre do Santuário – Shion? És tu, homem? – e a inveja brotando no coração de Saga ao ponto dele se manifestar e assassinar o Grande Mestre, tomando assim o lugar que, por sinal, era de direito de Aioros.

©Toei Animation/ Saint Seiya: Saintia Sho

O desfecho desse episódio é o que todos conhecemos, com Saga tirando a própria vida diante de Athena – como uma forma de pagar pelos seus pecados – e os Cavaleiros de Ouro jurando lealdade a Saori como a reencarnação da Deusa Athena.

©Toei Animation/ Saint Seiya: Saintia Sho

Segunda metade

E é aqui que temos o recomeço da série e a volta da Deusa Éris – volta, minha linda – que, por conta dessa feroz batalha que se encerrou, retornou através de outra dimensão para a Terra.

©Toei Animation/ Saint Seiya: Saintia Sho

Voltamos novamente para o papo do destino das irmãs que nasceram sob a mesma estrela, mas dessa vez com um desfecho um tanto quanto plausível, se não bastava a flecha – na teta! – agora Athena sucumbe à marca da maça dourada. Isso me lembra que a maça no filme, roubava a vitalidade de Athena e a transferia para Éris que ficava cada vez mais jovem.

Agora vamos ver as Saintia em ação subindo – prezo por dizer que SAINT SEIYA tem um problema de lutas, pois todo animê da franquia, tem uma espécie de estágio com o BOSS no final – o santuário da Deusa Éris.

Conclusão

Reforçando o que eu disse: Este episódio foi o ápice da nostalgia. O legal foi que, mesmo resumindo A Batalha das 12 Casas, o episódio não perdeu sua coerência, a menos que eu não tenha percebido, mas a meu ver, tudo estava dentro dos parâmetros para uma boa explicação dos porquês. Valeu o tempo assistindo, valeu o tempo escrevendo sobre e vai valer – espero eu – o próximo episódio.

Nota do episódio: 4/5

Vinicius Raphael

Bibliófilo praticante de camping, trilha e entusiasta de Teatro e Circo. Fã de Akira Toryama, Osamu Tezuka, Masami Kurumuda, Haruki Murakami, Bob Dylan e Hayao Miyazaki. Animes que eu indico: Natsume Yuujinchou, Kino’s Journey – The Beautiful World e às animações do Studio Ghibli.

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