Assassin’s Creed Valhalla é mais do mesmo?

Olha o Jony aqui de novo! E dessa vez para falar sobre o mais novo AAA da Ubisoft (Bugsoft para os íntimos), o Assassin’s Creed Valhalla! Uma cópia descarada do Odyssey? Um jogo 100% novo? Uma fusão do seu antecessor com o God of War, vencedor do GOTY (Game of The Year)?

assassin's creed valhalla

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Assassin’s Creed Origins e Odyssey

assassin's creed origins

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É impossível falar do AC Valhalla sem citar Origins e Odyssey.  Acima de tudo, Origins é o início de uma nova fase da franquia Assassin’s Creed. No entanto, dá pra dizer que os elementos de RPG começaram a ser introduzidos com o AC IV: Black Flag, mas foi no jogo egípcio que foi melhor explorado. Com recursos como armas e conjuntos diversificados e uma extensa árvore de habilidades, a Ubisoft se rendeu a um gênero de sucesso.

O mundo aberto sempre foi algo presente nos jogos do Credo, mas nunca com a riqueza que Bayek nos trouxe. Já no mundo grego que Odyssey nos trás e em Valhalla, o retorno das batalhas navais foi muito bem vindo. E o refino nos estilos de luta e nas armas também foi um ponto positivo do game.

A herança

O Medjai, a Kassandra e Alexios nos trouxeram mais. Veio com eles também um visual muito magnifico. Seja nos cenários aquáticos, nas montanhas, desertos ou nas áreas que enfrentamos os seres mitológicos. AC Origins e Odyssey abusa da qualidade de cenários. E também da mitologia. Sair das Revoluções Industrial e Francesa e ir para a as lendas de Deuses e Seres Fantásticos foi uma grande sacada da Ubi.

assassin's creed mitologia

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Mas como nem tudo são flores….

Em jogos desse porte, a quantidade de bugs não é pequena. Mas nem de longe foi o motivo dos maiores hates recebidos pelo game. A quem jogou os outros jogos da franquia, sentiu falta da essência do game. O Credo dos Assassinos. A justificativa da Ubisoft foi que a história mostraria os primórdios da criação do clã dos assassinos e dos templários. Entregou até. Mas não da maneira como os fãs desejavam.

E para eles foi um crime. Para quem jogou pela primeira vez, foram duas obras prima. Não joguei todos os jogos da franquia, mas terminei os clássicos. E fico com a segunda opinião.

linha temporal assassin's creed

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Enfim, Valhalla

Depois de viajar pelo Egito, e cruzar os mares das ilhas da Grécia, Assassin’s Creed desembarca na Inglaterra. Não a da Revolução Industrial, como em Syndicate. Mas sim na era das Invasões Vikings em 873. Eivor é o personagem principal, que novamente pode ser feminino ou masculino. Junto com outros clãs escandinavos, formam o Grande Exército Pagão em ataques a Grã-Bretanha.

Ainda visando unir história e mitologia, AC Valhalla tem muitos elementos de seus antecessores. Por vezes parece mesmo estarmos nos deparando com uma DLC do Odyssey com interface atualizada. Pouco traz de novo. A adição de estamina aos combates o torna mais imersivo.

Mas com certeza melhora o que AC Origins e Odyssey trouxeram de melhor, a exploração de mundo aberto.

assassin's creed valhalla

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Em conclusão, para fãs da séries que queriam ver de novo as batalhas entre Assassinos e Templários, Valhalla não é a melhor opção. MAS, para quem sente saudade de não lutar contra animais fantásticos, também não é.

Porém, entrega a diversão a qual se propõe e impressiona pela beleza dos cenários e dos personagens. Além disso, pode vir a ser o GOTY de 2020. (Isso claro se The Last of Us Part II e Cyberpunk 2077 deixarem).

E a sua opinião? Já jogou Assassin’s Creed Valhalla? Qual sua opinião sobre o game?

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