Idols mágicas? Primeiras impressões de Lapis Re:LiGHTs

Este artigo é uma resenha de primeiras impressões de uma pessoa que já viu até a metade desse anime idol. Então, é, pode se dizer que eu, Bogo, estou gostando de assistir Lapis Re:LiGHTs e vim aqui contar um pouco sobre isso.

Conhecendo o anime:

E se existisse um mundo em que garotas mágicas se apresentam como idols? Essa é a premissa de Lapis Re:LiGHTs.

Lapis Re:Lights

© Lapis Re:Lights – KLab/Kadokawa

 

Gênero: Fantasia e Música; (Mas eu adicionaria slice of life e school life também)

Número de episódios: 12

Data de estreia: 04/07/2020

Da mesma forma que outras séries idols, Lapis Re:LiGHTs também tem outras mídias, como novel, mangá e jogo (Olá, dona KLab Games)

Mais informações aqui.

Como é?

O anime conta uma história de amizade, magia, música e aventura ao acompanhar o dia a dia de algumas alunas da Academia Flora. Tudo começa com a vinda de Tiara à escola e, assim, vamos descobrindo mais sobre o poder e a união de idols mágicas. 

Tiara

© Lapis Re:Lights – KLab/Kadokawa

A essência idol num cenário diferente

Pelo trailer e por algumas sinopses que foram divulgados antes, eu diria que Lapis Re:LiGHTs nada mais seria que um anime sobre Bardas Idols. Afinal, tirar o poder da música assim me lembrou e muito essa classe do D&D (Saiba o que é aqui) .

Pois bem, descobri que realmente o anime traz semelhanças de algumas classes e tem muito mais a oferecer. Sendo uma mídia de idols escolares num cenário, de certa forma, medieval, Lapis Re:LiGHTs dá mais um “tcham” para o significado do “ser idol” ao mostrar o motivo para existirem as Orquestras – como são chamadas as apresentações – e como são as garotas que almejam fazer parte disso.

Olha aí a versão do anime para os lightsticks:

lightsticks

© Lapis Re:Lights – KLab/Kadokawa

Além disso, acho que o ponto que eu mais gostei, depois do fato de ser um anime idol com a premissa de ser em uma realidade diferente, foi que realmente trouxeram conceitos de uma escola mágica. Basicamente, a gente pode conhecer alguns dos pontos que são ensinados lá e como as personagens que acompanhamos se preparam. (Desde magia até esportes)

Esportes

© Lapis Re:Lights – KLab/Kadokawa

Como é o ritmo?

Assim como em Love Live, senti uma pegada muito introdutória com tantas personagens aparecendo e depois mostrando como elas interagem umas com as outras. O que é bem divertido e nos ajuda a sentir o que seria estar no lugar de Tiara, nossa protagonista, conhecendo tudo.

O ritmo da história principal é bem lento, por conta de tantas mini historinhas que são jogadas a cada episódio. E, levando isso em conta, diria que a força de vontade para a criação do grupo idol protagonista demorou um pouco para aparecer. O que não tornou a obra maçante – nem tirou a essência idol – porque a todo momento temos apresentações de grupos e situações engraçadas ao longo dos episódios.

Aqui está uma Orquestra para você ter um gostinho:

Se tem idol, tem que falar de música!

E por falar em Orquestra, vamos ao que interessa: músicas! Desde a abertura até pequenas apresentações que acontecem nos episódios dá para sentir que é um anime musical. Olha, eu sou dessas pessoas que tende a passar abertura, mas “Watashi-tachi no Startrail” (Our Startrail) é uma gracinha. A música é cativante, como a abertura de todo anime idol deve ser.

Os grupos idol que já apareceram trazem consigo breves introduções sobre as personagens e alguns detalhes que descrevem a vibe de cada um. Gostei muito de ver – pelo menos até agora – que são grupos bem diversificados e que se apoiam. Apesar de ainda ‘ter um quê’ de rivalidade, ele não está presente no contexto de grupos idol e sim no sistema da escola, que não foi muito explorado.

E tem ação?

Não percebi ainda muito esse tom de porrada Magical Girl para manter as coisas em ordem. Porém, a pegada de aventura é bem presente. Não é bem ação, está mais para descobertas de jovens que mexem com magia e afins. Elas treinam bastante, exploram e estudam as diversas formas de combate, fuga e magia. Será que o final contará com uma batalha ou algo parecido?

Magical Girl

© Lapis Re:Lights – KLab/Kadokawa

Outro fato interessante, e novamente lá vem associação com RPG (assim como a classe do D&D), é essa ideia das personagens seguindo pequenas missões fora da rota principal. Mesmo não sabendo se realmente terá essa rota, estou esperando o big boss aparecer nessa campanha enquanto assisto com muitas risadas as atividades das meninas.

Lapis

© Lapis Re:Lights – KLab/Kadokawa

Resumindo:

No geral, esse anime é agradável e visualmente bonito. Temos apresentações diferenciadas com personagens das mais variadas personalidades e que possuem melhor aptidão em coisas diferentes. Além de uma construção muito bonitinha da sequência de acontecimentos que, espero eu, no final vão dar uma bela lição de amizade e positividade.

Definitivamente, essa fofurinha é uma ótima forma de passar o tempo. Toda semana fico esperando por um episódio novo para deixar meu dia mais alegre. E, por mais que eu realmente espere que a trama dê uma guinada com batalhas e propósitos maiores, gostei muito dele com essa fluidez de slice of life.

Então, minha dica é: quer um anime fofinho para se divertir? Pega Re:LiGHTs e aproveite! 

Notas

História: 2/5

Música: 4/5

Gráficos: 3/5

Diversão: 4/5

Geral: 3/5

 

Follow Me:

Posts Relacionados